quinta-feira, 5 de maio de 2011

SUPERMAM ou SUPER-HOMEM

                        Renúncia de 'Super-Homem' à cidadania americana continua causando polêmica
                                          




Seria o "Super-Homem" o último grande americano? Agora, pelo jeito, não, já que, nos últimos dias, o super-herói mais conhecido do mundo esteve envolvido em uma batalha com proeminentes republicanos e outras pessoas revoltadas com sua decisão de renunciar à cidadania americana.
O Homem de Aço, há muito mitificado como a personificação da força e dos valores americanos, chocou leitores na 900ª edição de sua revista ao anunciar a um funcionário da Casa Branca que estava revendo sua posição.
"É por isso que eu pretendo falar ante as Nações Unidas amanhã e informá-los de que estou renunciando à minha cidadania americana", afirma. "'Verdade, a justiça e o modo de vida americano não são mais suficientes".
A superdisputa - desencadada pela desilusão sofrida por Superman ante reações contrárias ao seu apoio aos protestos pela democracia no Irã - se espalhou muito além das páginas e balões de diálogo.

O potencial candidato à presidente republicano Mike Huckabee, por exemplo, ponderou sobre a questão no fim de semana, afirmando que a ameaça do Superman não é brincadeira.

"É uma história em quadrinhos, mas você sabe que é muito preocupante que o Superman, que sempre foi um ícone americano, esteja dizendo agora: 'Eu não vou ser um cidadão americano'", afirmou Huckabee em uma entrevista à rede de televisão Fox News.
"É parte de uma tendência maior dos americanos quase que se desculpando por ser americano".
O ícone da mídia conservadora Bill O'Reilly levantou a questão no programa The O'Reilly Factor, na Fox, criticando o enredo "inacreditavelmente estúpido".
"Você não arranca a capa do Superman", alertou O'Reilly.
E entre a enxurrada de editoriais de jornais e posts de blogs, o blog teaparty.org viu nessa história nada mais, nada menos do que a mão do presidente Barack Obama.
"Superman agora diz que condena a sua cidadania americana e é apenas um cidadão do mundo. É muito socialista da parte do Superman querer um mundo socialista com pessoas como Obama à frente deste movimento",

quarta-feira, 4 de maio de 2011

atualidades - Morte de Osama bin Laden

O líder da Al-Qaeda, Osama Bin Laden, morto neste domingo (1º) (sama bin Laden nasceu em de 1957, em Riad, na Arábia Saudita, filho de Muhammad bin Laden, um magnata do setor de construção, de origem iemenita. Ao contrário de outros irmãos mandados para estudar no Líbano, teve a maior parte da sua educação na própria Arábia Saudita.

Até os 14 anos de idade, levou a vida de um típico filho da elite local, submetido a influências culturais de base não-islâmica: futebol e histórias de faroeste estavam entre seus passatempos favoritos, de acordo com biógrafos. Ainda na escola, passou por uma transformação ao ter seus primeiros contatos com integrantes da Irmandade Muçulmana, grupo de militância ativa em países de base árabe-islâmica.

Na Universidade de Jeddah, onde, já casado, ingressou em 1976 para estudar economia, Osama aprofundou o envolvimento com o ativismo islâmico. Segundo biógrafos, data desta época o interesse dele pelos escritos de Sayyid Qutb, ideólogo egípcio da ala mais radical da Irmandade Muçulmana.
A partir da invasão do Afeganistão pela União Soviética, em 1979, as afinidades ideológicas de bin Laden com o radicalismo islâmico se transformaram em ação efetiva. Já nos anos 1980, Osama conheceu em Jeddah um dos maiores propagandistas da causa afegã, o xeque palestino Abdullah Azzam, doutor em jurisprudência islâmica pela respeitada Universidade al-Azhar, do Cairo. Inspirado por Azzam, bin Laden passou a auxiliar no recrutamento de voluntários para a luta no Afeganistão, chegando a abrigá-los em seu próprio apartamento em Jeddah.

Num movimento que coincidiu com a progressiva virada na guerra afegã, alimentada pelo influxo de armas, dinheiro saudita e apoio dos serviços de inteligência americano e paquistanês, Osama bin Laden finalmente passou a frequentar o campo de batalha, no topo de um grupo de jovens voluntários árabes – embrião do que mais tarde, em 1988, um ano antes da retirada soviética, viria a ser conhecido como "al-Qaeda", "A Base".

Em 1989, voltou à Arábia Saudita. Após o estouro da guerra do Golfo em 1991, criticou a família real por ter autorizado o desembarque de soldados americanos em território saudita, "a terra dos dois locais sagrados" (Meca e Medina). Essa oposição, que o afastou mais ainda do restante da família e do establishment saudita, fez com que ele fosse declarado persona non grata no seu próprio país.

Isolado, transferiu-se para o Sudão em 1992, de onde passou a "administrar" supostos campos de treinamento e a emitir decretos religiosos (fatwas) contra os EUA e a monarquia saudita. Esses decretos acabaram lhe custando a nacionalidade saudita, da qual foi privado em 1994. Dois anos depois, seus novos anfitriões cederam às pressões americanas e da ONU, e pediram a bin Laden que fosse embora do país. De lá, voltou para o Afeganistão, onde colocou em operação outros campos de treinamento e reforçou a retórica antiamericana.

Imagem de 1998 mostra Osama após seu retorno ao Afeganistão (Foto: AP)A ação mais espetacular que lhe foi atribuída antes do dia 11 de setembro foi um ataque contra as embaixadas americanas na Tanzânia e no Quênia, no dia 7 de agosto de 1998, que causou 224 mortos e milhares de feridos. Três meses depois, foi acusado nos EUA por assassinato e complô com intenção de matar norte-americanos no exterior.

No dia 11 de setembro de 2001, dezenove terroristas ligados à rede de Osama bin Laden desviaram três aviões para realizar atentados contra as torres gêmeas do World Trade Center, em Nova York, e contra o Pentágono, em Washington. Um quarto avião desviado cai na Pensilvânia. Cerca de 3 mil pessoas morreram. Em contraste com outros atentados, como aquele contra o navio americano "USS Cole" no Iêmen, em outubro de 2000, Bin Laden iria além de exaltar os executores e clamaria responsabilidade pela ação.
Essa demonstração máxima de força da al-Qaeda viria a tirar de seu líder o pouco da liberdade de movimento que ainda retinha. O Afeganistão, seu refúgio, foi atacado em outubro de 2001 por forças anglo-americanas, no deslanchar de uma guerra ainda não encerrada. Com uma recompensa de US$ 25 milhões por informações que levassem a sua captura, Osama bin Laden passou a figurar publicamente apenas em mensagens de áudio e em mais raras aparições em vídeo, em cenários como cavernas.
As especulações sobre seu destino (e, de fato, sobre sua própria vida) se arrastavam desde 2001. Osama ora estava morto, ora vivo, ora no Afeganistão, ora no Iêmen, ora no Paquistão – onde, de acordo com os EUA, enfim morreu.
De acordo com o FBI, equivalente americano da Polícia Federal, Osama era conhecido pelos seus seguidores como "emir", "xeque-guerreiro" e "diretor", entre outros títulos. Ele estava na lista de mais procurados pelo país há 12 anos.

                              Paquistão critica EUA por 'falta de confiança' no país


Ministro do Exterior paquistanês, Salman Bashir, disse que seu país teve papel fundamental na luta contra o terrorismo.

O governo paquistanês criticou declarações feitas por autoridades americanas de que o país não era confiável e por isso não foi informado dos detalhes da operação que matou Osama Bin Laden.

O diretor da CIA, Leon Panetta, disse que nenhuma informação de inteligência foi compartilhada com o Paquistão devido a temores de que o sucesso da operação fosse colocado em risco.

Mas o ministro do Exterior paquistanês, Salman Bashir, disse à BBC que esta visão é 'desconcertante' e que seu país teve um 'papel fundamental' na luta contra o terrorismo.

Bashir disse que Panetta tem direito a suas opiniões, mas que o Paquistão cooperou amplamente com os Estados Unidos.
Ele disse que o complexo em Abbottabad onde Bin Laden foi encontrado e morto no domingo (1º) já havia sido identificado como suspeito há algum tempo pelos serviços de inteligência do Paquistão (ISI), mas que foram necessários os abundantes recursos dos Estados Unidos para determinar que se tratava do esconderijo do líder da al-Qaeda.
'Na maioria das coisas que aconteceram em termos de luta global antiterrorismo, o Paquistão teve papel fundamental', disse Bashir. 'Então é um pouco desconcertante quando temos declarações como esta.'

Na terça-feira (2), o Ministério do Exterior do Paquistão defendeu o ISI e divulgou uma longa nota expressando 'profundas preocupações e reservas' sobre a ação americana.

Ministério insistiu que ações unilaterais não podem se tornar norma e enfatizou que a inteligência paquistanesa vinha compartilhando informações com os Estados Unidos nos últimos anos. 'Em relação ao complexo em questão, ISI tem compartilhado informações com a CIA e outras agências de inteligência desde 2009.'

De acordo com analistas, se Bin Laden estava realmente escondido no local há cinco anos, como se suspeita, as autoridades paquistanesas foram incrivelmente incompetentes ou estavam protegendo o líder da al-Qaeda.
A mansão de Bin Laden ficava a menos de um quilômetro da Academia Militar do Paquistão, a maior do país.

A Casa Branca vem divulgando detalhes da operação que matou Osama Bin Laden, incluindo o fato de que ele estava desarmado quando foi alvejado, após resistir à prisão.
Dois de seus mensageiros e uma mulher morreram no ataque, enquanto uma das esposas de Bin Laden ficou ferida.
Os Estados Unidos não fizeram comentários sobre ninguém que foi capturado. Revelaram apenas que o corpo de Bin Laden foi sepultado no mar.
No entanto, a declaração divulgada pelo Ministério do Exterior paquistanês dizia que o restante da família de Bin Laden 'está agora em segurança e sendo tratada de acordo com a lei'.
Autoridades americanas vem discutindo como e quando divulgar as fotos do corpo de Bin Laden como forma de jogar por terra teorias que defendem que ele não morreu.
O porta-voz da Casa Branca, Jay Carney, disse que a imagem 'pavorosa' poderia ofender algumas pessoas, mas Panetta disse que não há dúvidas de que, em algum momento, ela terá de ser trazida a público.

domingo, 24 de abril de 2011

atualização - Revolução do mundo Àrabe - Iemem 3o país com líder deposto

Saleh aceita acordo para deixar poder no Iêmen em 30 dias, diz TV.ele fechou trato negociado por países vizinhos em troca de imunidade  a oposição diz que concorda com proposta, mas com reservas.

 O presidente do Iêmen, Ali Abdullah Saleh aceitou um acordo negociado por países árabes vizinhos para deixar o poder em 30 dias, de acordo com seu assessor Tariq Shami, ouvido por "The Wall Street Journal".

"O presidente Saleh recebeu bem a proposta e a aceitou", disse Shami ao diário americano. "Embora o presidente Saleh tenha direitos constitucionais para permanecer no poder, ele está disposto a deixar o cargo voluntariamente."

A agência Associated Press informa que o acordo foi noticiado também na TV estatal do país, detalhando que Saleh deixaria o poder em troca de imunidade contra processos. O ministro de Relações Exteriores do país, segundo o informa na televisão, teria informado os países que negociavam o impasse de que Saleh aceitou a proposta.
O movimento oposicionista que exige a sua saída imediata disse neste sábado (23) que também concorda com a proposta dos mediadores, mas com reservas. Os oponentes do governo não aceitam um artigo que dá ao Parlamento o direito de rejeitar a renúncia do presidente.
Manifestante pede saída de Saleh do poder com boneco com foto do rosto do presidente, neste sábado (23), na capital o Iêmen.
Ainda neste sábado, Saleh havia acusado a oposição de arrastar o país para uma guerra civil, num momento que os iemenitas se juntam em uma série de manifestações contrárias ao seu regime, que já dura 32 anos.
Em discurso na capital Sanaa, o presidente pediu que a juventude do Iêmen forme um partido político de acordo com a Constituição e disse que o país árabe não aceitará qualquer tutela 'seja ela qual for'.

'Eles (a oposição) querem arrastar a região para uma guerra civil, e nos recusamos a sermos arrastados para uma guerra civil', disse Saleh.

'A segurança, proteção e estabilidade são do interesse do Iêmen e do interesse da região', disse.
Os Estados Unidos pediram neste sábado que Saleh inicie o processo de transferência de poder no país.


   Egito e Tunísia

As manifestações no Iêmen, inspiradas por levantes que derrubaram os líderes do Egito e da Tunísia, chegam agora ao terceiro mês e levam dezenas de milhares de pessoas para as ruas quase todos os dias. Elas exigem o fim da pobreza endêmica e da corrupção.

Reconhecendo que os estudantes do Iêmen seguem os exemplos do Egito e da Tunísia, Saleh disse que havia uma 'enorme diferença' no Iêmen, mas acrescentou que seu governo atenderá as exigências dos estudantes dentro da estrutura da Constituição e da lei.
Até 90% das lojas, mercados e escolas estavam fechadas na cidade portuária de Áden, no sul do país, disse uma testemunha da agência Reuters. Havia somente alguns pedestres nas ruas e quase nenhum carro.

sábado, 23 de abril de 2011

curiosidades - geógrafo e doutarondo em Geologia Wellington Francisco

Quem foram Alfred Wegner, James Hutton, Nicolau Steno, William Smith, Charles Lyell, Darwin?

A água é um mineral?
O mercúrio é um mineral?
A pérola é um mineral?
E o gelo das calotas polares?

Pensem e respondam...

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Entrevista David Harvey - emergentes e globalização

reunião Brica´s - 2011

Iniciado nesta semana 3o encontro dos principais paises de economia emergente do Planeta, que reposdem pela sigla BRIC´s. Vários temas estarão em cheque no que diz respeito a geopolitica e a ecomia global . a Cúpula conta pela 1a vez com a presença da África do Sul .
Em declaração conjunta divulgada nesta quinta-feira (24), o grupo de países emergentes formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, o Brics, insistiu na necessidade de uma reforma na Organização das Nações Unidas (ONU).

Segundo o texto, a reforma é necessária para que a ONU possa "tratar dos desafios globais atuais com maior êxito".

A declaração dos Brics foi resultado da reunião entre o primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh; o presidente da Rússia, Dmitry Medvedev; o presidente da China, Hu Jintao; a presidente do Brasil, Dilma Rousseff; e o presidente da África do Sul, Jacob Zuma.

A insistência sobre a reforma da organização ocorre em um ano em que todos os membros do grupo fazem parte do Conselho de Segurançada ONU: Rússia e China como membros permanentes e Brasil, Índia e África do Sul na condição de não permanentes.

Na entrevista coletiva conjunta após o encontro, a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, assinalou que "a reforma da ONU e de seu Conselho de Segurança são essenciais porque não é possível iniciarmos a segunda metade do século XXI vinculados a um acordo institucional criado após a guerra

A presidente brasileira também se referiu à necessidade de reformar o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial, outro pedido permanente dos membros do Brics.

A declaração final da cúpula afirma ainda que "China e Rússia (membros permanentes do Conselho de Segurança) reiteram a importância que dão ao status de Índia, Brasil e África do Sul nos assuntos internacionais e entendem e apoiam sua aspiração de ter um maior papel na ONU".

Esta é a terceira cúpula de líderes dos Brics, após a realizada em 2009 na Rússia e a de 2010 no Brasil, e a primeira com a participação da África do Sul, convidada a juntar-se ao grupo no ano passado.

Ainda na declaração, os líderes dos cinco países defenderam que o uso da força seja evitada para a resolução dos conflitos internacionais, segundo informações da agência estatal de notícias chinesa Xinhua.

"Estamos profundamente preocupados com a turbulência no Oriente Médio, o Norte e o Oeste Africano e desejamos que os países afetados alcancem a paz, estabilidade, prosperidade e progresso", afirma o comunidado. "Nós compartilhamos o princípio de que o uso da força deve ser evitado", diz o texto conforme a agência.

A Líbia enfrenta uma batalha desde o começo deste ano, quando manifestações pedindo a renúncia do ditador Muammar Kadhafi, há 42 anos no poder, se tornaram confrontos violentos e passaram a ser reprimidos com força pelo regime.

No dia 17 de março, a ONU aprovou uma resolução que valida quaisquer medidas necessárias para impedir um massacre de civis. Dois dias depois, a coalizão internacional liderada por Estados Unidos, França e Grã-Bretanha começou a bombardear a Líbia. O atual comando das ações está com a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).

Segundo informações da agência estatal de notícias chinesa Xinhua, a reforma possibilitaria o estabelecimento de um sistema monetário estável e confiável e com ampla base internacional de reserva.

"A crise financeira internacional expôs as insuficiências e deficiências do atual sistema monetário e financeiro. Apoiamos a reforma e a evolução do sistema monetário internacional, com um sistema de reserva de divisas internacional amplo que dê estabilidade e segurança".

Os cinco países-membros do Brics são a favor de discutir o papel dos Direitos Especiais de Giro (DEG), "divisa" do Fundo Monetário Internacional (FMI), no atual sistema monetário internacional, assim como sua composição. Atualmente, o valor dos DEG se baseia em um grupo de quatro moedas: o dólar, o euro, o iene e a libra esterlina.

O grupo também assinalou que "a estrutura do governo das instituições financeiras internacionais deveria refletir as mudanças na economia mundial, com maior voz e representação das economias emergentes e dos países em desenvolvimento".

Energia nuclear
Na entrevista coletiva realizada após o encontro, os líderes dos cinco países expressaram seu apoio ao Japão pela situação na usina nuclear de Fukushima, embora tenham manifestado em seu documento final que a energia nuclear "continuará a ser um elemento importante" para os Brics.

"A cooperação internacional para o desenvolvimento de energia nuclear segura com fins pacíficos deveria acontecer em condições de vigilância estrita dos padrões de segurança", assinala o documento.

Próximo encontro
Segundo a agência Xinhua, Hu Jintao informou que o próximo encontro dos Brics vai ocorrer na Índia no ano que vem.

sábado, 9 de abril de 2011

Resumão globalização

GLOBALIZAÇÃO E A SOCIEDADE DE CONSUMO
1- CONCEITO DE GLOBALIZAÇÃO
Um teórico encurtamento das distâncias entre as diversas localidades do planeta, proporcionada pelo melhoramento nos transportes, nos meios de comunicação, e no desenvolvimento de tecnologia de ponta, proporcionando a formação de uma sociedade global.





2 - GLOBALIZAÇÃO
"O espaço se globaliza, mas não é mundial como um todo senão como metáfora. Todos os lugares são mundiais mas não há um espaço mundial. Quem se globaliza mesmo são as pessoas" (Milton Santos, 1993).

3 - A ABRANGÊNCIA DO FENÔMENO
- Devemos ter em mente que o fenômeno apresenta graus de ocorrência variantes em cada nação.
- É possível perceber que a globalização é muito mais difundida nos países desenvolvidos, onde a população tem muito mais contato com o fenômeno do que nos países emergentes, que por sua vez, tem mais contato que a população dos países subdesenvolvidos
- Diferente do que afirmam alguns pesquisadores, que acreditam no estabelecimento de uma homogeneização da cultura, do sistema de valores, a partir da globalização, Milton Santos concebe que "cada lugar é, ao mesmo tempo, objeto de uma razão global e de uma razão local, convivendo dialeticamente" (Santos, 1996:273). Para ele, a importância de estudar os lugares reside na possibilidade de captar seus elementos centrais, suas virtudes locacionais de modo a compreender suas possibilidades de interação com as ações solidárias hierárquicas.

4 - OS QUATRO FLUXOS DA GLOBALIZAÇÃO – 3º ESTÁGIO DA GLOBALIZAÇÃO
Esses são os pontos chaves para compreensão do processo de formação da sociedade global:
 Fluxo de pessoas;
 Fluxo de mercadorias;
 Fluxo de capital;
 Fluxo de informações;

5 - CARACTERÍSTICAS DA SOCIEDADE GLOBAL
Crescimento do comércio internacional

6 - AS TRÊS GLOBALIZAÇÕES
 Globalização econômica;
 Globalização tecnológica;
 Globalização cultural.

7 - GLOBALIZAÇÃO E REVOLUÇÃO TECNO-CIENTÍFICO-INFORMACIONAL
Corrida Armamentista (Força) + Corrida espacial (inteligência e tecnologia) = Fim da URSS , 3º fase da RI Acentuação da globalização (transporte + telecomunicações ) formação da Sociedade Global.

8 - NEOLIBERALISMO E NOVA ORDEM MUNDIAL
O Mundo Bipolar se torna ao mesmo tempo Multipolar economicamente, e unipolar Militarmente.
Ex: O Conselho de segurança da ONU e a Invasão Norte Americana ao Iraque.
9 - CRISE FINANCEIRA MUNDIAL

10 - CRISE IMOBILIÁRIA



11 - REAÇÃO DOS GOVERNOS
• Estatizações – Lehmam Brothers / AIG / City Group.
• G8 – Ação conjunta.
• G20 – Reunião de Washington (Dez 2008)/Londres 2009;
- Regular;
- Supervisionar;
- Modernizar;
- Mais voz aos emergentes (Era do G20);

12 - CARACTERÍSTICAS DO PROCESSO
 Mundialização da produção / produção descentralizada;
 Produtos de alta tecnologia / valor agregado;
 Sistema de redes urbanas integradas;
 Cultura e sociedade de consumo cada vez mais atraídos pelas características Norte-Americanas;
 Existência de centros de poder mundiais (EUA e União Européia);
 Existência de Organizações não governamentais (ONGs) e órgãos mundiais reguladores (OMC);
 Órgãos gerenciadores da economia mundial (FMI e Banco Mundial).

13 - O PODER DAS EMPRESAS TRANSNACIONAIS
Comercialização dominada pelas empresas transnacionais através de práticas como a formação de CARTÉIS (as empresas unem-se para determinarem os preços e condições do mercado. Assim, fazem com q se torne um círlulo restrito a eles). TRUSTE (determinadas empresas compram outras da mesma área de atuação desta. Isso está acontecendo mto com bancos, por exemplo, o Santander comprou o Banespa). HOLDING (este já é mais difícil perceber a existência. São empresas especializadas em administrar outras empresas de diversos setores. Normalmente são conhecidos como grupo+o nome dele; então eles administram hotéis, restaurantes, mercados e etc.).
 Perda do poder do estado em relação as transnacionais (poder de negociação);

14 - GATT / OMC – 1995
Ampliar o comércio externo:
Fim das Barreiras Alfandegárias;
Diminuição dos Subsídios agrícolas e Comerciais;
Sistema de resolução de Controvérsias entre membros.
15 - OMC
Rodada de Doha = Combater os subsídios agrícolas e políticas protecionistas.

16 - A QUESTÃO DO DESEMPREGO
 A PEA (População Economicamente Ativa) de um país – diminuiu;
 Desemprego estrutural - é uma forma de desemprego natural. Neste caso existe um desequilíbrio permanente entre a oferta e a procura (de trabalhadores), sendo mais comum em países desenvolvidos devido à grande mecanização das indústrias, reduzindo os postos de trabalho.
 Desemprego conjuntural - ou desemprego cíclico é transitório, ocorre durante alguns períodos e está associado as flutuações da atividade econômica, ou seja, do PIB.

17 - OS BLOCOS ECONÔMICOS - uma característica marcante da sociedade
 São associações de países que se unem com o objetivo de ampliar trocas comerciais entre si e com outros mercados;
 Esses tratados são regidos por tratados econômicos e apresentam características diferentes sub-divididos em: Zona de livre-comércio, União aduaneira, Mercados comuns, União econômica e financeira, União política e econômica.


Apresentadas da seguinte forma:
- 1º = Área de livre comércio (sem taxação) - NAFTA;
- 2º = União alfandegária ou aduaneira (TEC), tarifas externas comuns - MERCOSUL;
- 3º = Mercado comum (Área de livre comércio (sem taxação) e tarifas externas comuns; - na atualidade não existe nenhum Bloco Econômico utilizando esse mercado comum);
- 4º = União Econômica (harmonização das políticas econômicas); UNIÃO EUROPÉIA
- 5º = Integração Total (soberania compartilhada)- ÚTOPIA.
18 - OS PRINCIPAIS BLOCOS ECONÔMICOS

18.1 - UNIÃO EUROPÉIA
- TRATADO DE LISBOA (13 DEZ 2007)
- Reforma institucional;
- Nova personalidade jurídica;
- Substituir a constituição.

18.2 - MERCOSUL

18.3 - UNASUL - MERCOSUL + CAN
Aprofundar a integração regional.
1) integração regional
- TRANSPORTE
- TELECOMUNICAÇÕES
- ENERGIA
2) conselho de defesa